Textos

Música Colorida

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

O estudo busca analisar e compreender a formação do movimento psicodélico em São Francisco (EUA) entre 1965 e 1969 buscando mostrar como se deu o desenvolvimento da linguagem gráfica que seria característica desse grupo. Além de identificar as principais características estilísticas (cores, formas, tipografia, etc.) da produção gráfica do período, é apresentada uma análise de pôsteres de shows produzidos durante o período. Ao identificar e analisar essas características estilísticas buscou-se compreender como elas passaram a ser uma extensão visual da experiência estética e ideológica e da identidade cultural do movimento. Dessa forma, os pôsteres passaram a exprimir o que às vezes a canção não conseguia, servindo de apoio para narrar o contexto social e cultural no qual estava inserido.
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ARTIGOS CIENTÍFICOS PUBLICADOS

O pôster psicodélico como signo ideológico


Publicado no 2º Congresso Internacional de Estudos do Rock 2015

O artigo tem como objetivo apresentar a arte gráfica psicodélica, através de seus pôsteres, não só como uma ferramenta de divulgação de concertos de música, mas, através das concepções de signo peirceanas e bakhtinianas, tenta-se mostrar que o pôster passa a ser um signo ideológico, um elemento importante da cultura psicodélica que, junto com a música, a dança e as roupas, representa as ideologias defendidas pelo movimento.
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Dias de paz, amor, música e design


Publicado no 1º Congresso Internacional de Estudos do Rock 2013

O estudo busca analisar e compreender a formação do movimento psicodélico em São Francisco (EUA) entre 1965 e 1969 buscando mostrar como se deu o desenvolvimento da linguagem gráfica que seria característica desse grupo. Além de identificar as principais características estilísticas (cores, formas, tipografia, etc.) da produção gráfica do período, é apresentada uma análise de pôsteres de shows produzidos durante o período.
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Litografia e as artes gráficas no Brasil


Publicado do 5º CIPED 2009

Esse artigo tenta mostrar a importância que a litografia teve para o desenvolvimento das artes gráficas no Brasil devido ao momento histórico em que ela foi implantada no país. Em um período que o país passava por intensas mudanças políticas e sociais, as artes gráficas, apoiadas na litografia, ensaiaram seus primeiros passos rumo a modernidade. A arte passou a ser colocada a serviço da divulgação de produtos e bens produzidos no país que precisavam conquistar a confiança dos consumidores, até então quase que dependentes exclusivamente da produção estrangeira.
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TEXTOS DIVERSOS

Viagem semiótica: Neon Rose #2 (NR-2)

A análise do pôster Neon Rose #2 (NR-2), de Victor Moscoso, mostra um bom exemplo da ideia de que para quebrar as regras é preciso conhecê-las muito bem. Moscoso foi aluno de um dos principais professores do estudo das cores na Bauhaus e subverteu, com um propósito, os conceitos que aprendeu com o mestre.
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Viagem semiótica: Flying Eyeball (BG-105)

Flying Eyeball (BG-105), o pôster de autoria de Rick Griffin, mostra um trabalho carregado de simbolismos e narrativa pessoal. Pode ser um exemplo da tentativa do autor exorcizar os traumas físicos ou ser uma influência direta da sua conversão, quando, para ele, a experiência psicodélica passou a ser uma experiência mística e religiosa.
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Viagem semiótica: Skull and Roses (FD-26)

O pôster criado por Alton Kelley e Stanley Mouse para o show do Grateful Dead, no Avalon Ballroom, em setembro de 1966, seria tão impactante que a caveira e as rosas se tornariam símbolos da banda pelo resto de sua carreira. A mesma ilustração chegou inclusive a ser reutilizada na capa do disco duplo lançado em 1971 que, sem um título oficial, passou a ser chamado de "Skull and Roses".
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Viagem semiótica: The Sound (BG-29)

Impresso em litografia e medindo aproximadamente 34x62cm, o pôster para o evento chamado Winterland, produzido por Bill Graham em setembro de 1966, é considerado por muitos autores como um dos mais representativos do período. E combina alguns dos aspectos inconfundíveis tanto do estilo de Wes Wilson quanto do movimento em si: a capacidade de preencher todo o espaço disponível com letras fluidas e cores vibrantes e a admiração do autor pela forma feminina.
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Plakatstil: O início do design corporativo

Lucian Bernhard, designer gráfico e tipógrafo alemão, pode ser considerado a conclusão lógica do movimento cartazista da virada do século. Em um momento em que artistas gráficos e indústria começavam a se aproximar, o estilo simplista e direto de transmitir a mensagem vinha ao encontro da necessidade das empresas começarem a ter uma divulgação mais forte e efetiva.
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Controle Absoluto: A gestão na Apple

Por mais que leiamos em tópicos de gestão sobre como o cliente sempre tem razão, que trabalhar em equipe produz os resultados mais criativos, que abertura e transparência são as melhores políticas, ao olhar para o sucesso da Apple pode-se perceber que as técnicas de gestão mais eficazes, muitas vezes, contrariam o senso comum. Durante a administração de Steve Jobs, o fundador e ex-CEO da Apple, a inovação era produto de um intenso e visceral processo, onde, normalmente, os sentimentos das pessoas eram irrelevantes e a palavra de Jobs lei.
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Os Pôsteres Artísticos do Final do Século XIX

Este texto analisa brevemente a história e as características dos pôsteres artísticos do final do século XIX. Período que, devido ao avanço das técnicas de impressão, permitiu a integração entre a produção artística com a industrial. Através da análise das características estilísticas das destas produções, tenta-se entender a importância e influência que esse período, considerado por alguns autores como o início do design gráfico profissional, representa para o design.
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